SÃO PAULO – As rugas e as manchas podem passar de mãe para filhos. Segundo um estudo divulgado no 67º Encontro da Academia Americana de Dermatologia, que ocorreu este mês na Califórnia, Estados Unidos, a relação familiar do padrão de envelhecimento (a repetição dos sinais do tempo) de mãe para filho ocorre em apenas duas gerações.
Isso significa que, se a pessoa tem um envelhecimento muito intenso ou mais brando, geneticamente predisposto, esse quadro pode se repetir com os filhos, mas não com os netos. De todos os sinais de envelhecimento, a capacidade de pigmentação cutânea (manchas) é o que mais acompanha esta matemática, se comparada aos demais sinais de envelhecimento.
- Porém, neste mesmo estudo viu-se que a genética controla a qualidade das rugas (se são menos ou mais profundas), e os fatores ambientais, a quantidade delas – conta o dermatologista Adilson Costa, que participou do congresso de dermatologistas.
Então, de acordo com o estudo, se entende que não adiantaria lutar contra a genética? Não é bem assim. – Se a mãe já sabe de sua predisposição a rugas e manchas de forma mais intensa, pode orientar os filhos desde pequenos com cuidados, como o uso diário de fotoprotetores, para amenizar o quadro – recomenda o dermatologista.
Fonte: Jornal do Brasil – RJ 21/03/2009











