
A doença de Alzheimer(DA), tão falada ultimamente, se deve ao fato da população estar envelhecendo. A prevalência da DA aumenta bastante com a idade, dobrando a cada cinco anos, aproximadamente após os 65 anos. Entre 60 a 64 anos afeta 0,7% da população, passando 38,6% aos 90 – 95 anos.
A doença de Alzheirmer é a maior causa de demência – representando 50 a 70% dos casos existentes. Demência é um termo usado para descrever alteração de memória, geralmente para fatos recentes, e também dificuldades em outras áreas, como linguagem e capacidade de planejamento.
Nesta doença existe uma diminuição de Neurotrasnmissores – especialmente a acetilcolina – é neste ponto onde atuam os medicamentos para o tratamento da doença.
O diagnóstico da DA é necessariamente clínico – ou seja, não existe um exame que determina a doença. O médico pede uma série de exames para afastar outras doencas que também afetam a memória como – hipotireoidismo, déficit de vitamina B12 ou acido fólico, sífilis, SIDA, tumor craniano, hematoma cerebral. O diagnostico é feito pela história de evolução da doença – lenta e progressiva – associado a ferramentas aplicadas ao paciente que avaliam sua memória – sendo o mais utilizado o chamado Mini Exame do Estado Mental – mini Mental. Onde há pontuação de 0 a 30, e é influenciado pelo nível de escolaridade e idade do paciente.
O tratamento da DA até o momento não tem capacidade de curar a pessoa, apenas a tentativa de estabilizar a doença.
Dr. Luiz Gustavo C. Marques – Geriatra – CRM MT 3696.











